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Segunda-feira, Outubro 30
Oh my baby, don't cry
Oh my babe, just say goodbye
Oh now baby, don't cry
Oh my babe, at least we tried
At least we tried to make it
But in these days I'm so confused
Oh my love, at least we had it
Let me hold on to you
Oh my baby, don't cry
Oh my babe, just say goodbye
Oh now baby, don't cry
Oh my babe, at least we tried
At least we tried but we lost it
I will remember
How you stood there and you smilling
And you smile there with me
Oh my baby, don't cry
Oh my babe, just say goodbye
Oh now baby, don't cry
Oh my babe, at least we tried
Oh my baby, don't cry
Oh my babe, just say goodbye, say goodbye
Oh now baby, don't cry
Oh my babe, at least we tried
Oh my baby, don't cry
Oh my babe, just say goodbye
Goodbye my baby, don't cry
Oh my babe, at least we tried.
Moby - At least we tried
Postado por: Cereja às 11:07
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Quinta-feira, Outubro 26
- É o fim não é?
- Sim mas só de nós.
Postado por: Cereja às 11:41
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Quinta-feira, Outubro 19
Now always here inside: Martha, Tom Waits
Postado por: Cereja às 23:33
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Também o sol queima, também doi, mata um bocadinho todos os dias com o contacto diário. E no entanto, não há dia que o troquemos por chuva, por cinzento ou por vazio. É irresistível olhar, querer o calor, sempre senti-lo. Em espaços fechado basta saber que ele lá está e vive-se a vida mesmo à sombra. E depois há a lua... mas essa... serve só para dormir sobre o sol,
sonhá-lo.
Postado por: Cereja às 23:32
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Terça-feira, Outubro 10
Hotel
Uma cama, uma janela, uma garrafa de vodka. E nós. Nós a fingir que queremos fugir das nossas vidas, que precisamos de. Nós a fingir ser grandes porque nos sentimos pequenos. A querer ser pequenos porque já nos vemos grandes de mais e doi ver. A fuga fez-se de papéis, de bocados deles, de noites com estrelas até de manhã, de bicicletas e de amor. Do amor que queríamos sentir, que queríamos ter, que queríamos poder. E que nunca pudemos por estarmos sozinhos. Sempre sozinhos um com o outro, a lembrar o quente, o cheiro, a carne e os corpos que um dia partilhámos ao apagar da luz. Fomos tudo e agora nada.
Agora partilhamos sonhos em que não acreditamos, beijos que não sentimos, poesia que quisemos fazer.
Somos só isso e por isso brindamos.
Vamos ficar sentados no parapeito com copos e figos verdes e eu sei que vai ser uma noite tão boa como outra qualquer.
Cereja em Ensaio
Postado por: Cereja às 18:08
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De sempre que não me sei, aqui é o que fica
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