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:: Segunda-feira, Abril 18, 2005 ::
Perco-me pelo caminho,
pergunto a quem sabe: onde estou?
resposta vazia,
só o eco voltou.
Invento-me em curvas certas, mas sem saber porque o sou
tento escrever direito em noites de luas do antes
mas já não vejo o que não há.
Gente quente em noites frias.
Pó de sonhos, sei-me só.
Pó nunca levado pelo vento.
Pó do que fica,
por ter que ir ficando.
Pó que não sente,
por ser só pó.
:: A. RITA 7:05 PM [+] ::
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:: Sexta-feira, Abril 15, 2005 ::
"Porquê fazer o que nos é não?"
:: A. RITA 1:59 PM [+] ::
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