Sempre nao

:: Sempre nao ::

Não sei se foi sempre assim... ou se calhar, caí... hoje
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Comments: :: Domingo, Fevereiro 29, 2004 ::

E todo este tempo, parece que não foi nada dito.

:: A. RITA 1:01 AM [+] ::
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Comments: :: Quarta-feira, Fevereiro 25, 2004 ::

O que me dizes é o eco do que fui. Sou.
Tu não sabes e eu vou-me condenando, porque não percebo.
E tenho medo do que não sei, não posso ver.
Do escuro então. Seja.
Porque não podia dizer-te outra coisa, nem sentir, por isso veio mais um copo e outro... e mais.
Este quente sufoca, respira em vez de mim, entorpece e já não me deixa pensar.
E eu não sei se é bom. Mas quero. Preciso.
Doi-me uma culpa por não chorar, que não sei se é minha ou por mim.


O sangue de agora escorre, arde e não me rouba ao vazio.
Ao vazio que nunca me deixa só.


:: A. RITA 5:11 AM [+] ::
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Comments:

Começo eu?
"Sun your life's an open book"
Isto não se aluga, porque quando o velho te vier buscar, ele não dirá certamente que a sua é para beber.
Risos.
Está de chuva! Está frio e eu cheia de calor. Ainda não afiei os meus caninos hoje. Acho que ainda vou atacar alguém. A noite inda é uma criança! ihihihi
Vai queimando um qualquer branco de sofá adormecido no quente de mais uma cerveja.
"Don't close it before it's done"
Há barcos bem mais simpáticos do que tu.
Fsssssttt Puhh! Na tola do meu irmão! Hum!
Aqui vou ser feliz!!!!
Rapaz com cara de carpete diz:
- ui ui! Acho que alguém se está a esquecer que um bolo não tem só uma dimensão. Tem três dimensões portanto dois cortes por cima e um transversal!!!!
Porque o sol vai ser sempre amarelo, sejam quantos forem os pares de calças que o habitam.
Pois, droguei-me até o feixe de luz se tornar onda. A música elevou-me aos astros.
Se eu soubesse que o bolo era assim...
E pronto... estão todos despedidos... hotelaria não é convosco!
E a chuva faz bolhinhas no lago...

Roger, Tiago, Mel, Rita



:: A. RITA 4:26 AM [+] ::
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Comments:

A merda do cérebro sempre a trabalhar.
Não deixa o corpo sentir, relaxar.
Por um minuto só.


:: A. RITA 4:12 AM [+] ::
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Comments: :: Sábado, Fevereiro 14, 2004 ::

Se calhar é a parte de enfrentar o mundo que me interessa...


:: A. RITA 12:12 AM [+] ::
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Comments:

Afinal deixo.
Deixo-te amar.
Talvez também ou só por não me restar outra hipótese e por parecer mais fácil enfrentar o mundo que lutar contra mim, contra nós.
Mas provavelmente nem é assim que vai ser.
De qualquer modo, as sombras dos copos por que bebemos tapam-te a cara e não me deixam ver o que pensas.
Mas tu vês-me e sentes-me perto mais que nunca e sabes, por isso sorris, que esta noite não te posso esconder-me.
Também quero que me saibas e saboreies despida de qualquer perfeição artificial, ainda que seja por hoje.
Mas sem ver os teus olhos fico insegura, então fecho os meus.
Mas tu não queres.
Juras que esta noite nem as estrelas nos vão roubar espaço ou tempo.


11-2-04


:: A. RITA 12:03 AM [+] ::
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Comments: :: Segunda-feira, Fevereiro 09, 2004 ::
13

- Parecemos dois cubos de gelo...
- E com 200 anos de experiência...
- Daqueles que vão ficar encalhados para o resto da vida...
- Então nunca vamos derreter!


:: A. RITA 12:30 AM [+] ::
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Comments: :: Domingo, Fevereiro 01, 2004 ::

Hardly will I find some peace in here

Tanto barulho que vai atafulhando as queixas do dia-a-dia, tantos bons-dias a esconder o que de facto são.
E eu perco-me.
Com ou sem chuva, ela disse que esperava, disse que casava comigo e que me deixasse amar.
Ela amar-me-ia, sempre! Disse ela.
Disse que todas as montanhas seriam pedras de caminho, que o sol e a chuva nos abraçariam no fim de cada madrugada.
Que seríamos sempre nós e melhor, seríamos sempre tu e eu, sem nos dissolvermos um pouco por cada lugar.
Disse que as lágrimas não me fariam mal, agora não, nunca mais,era o que dizia.
Disse das coisas mais bonitas que ouvi, das mais foleiras, das mais fáceis de sentir, das mais confusas.
Prometeu ser forte, mais do que eu, que nunca a sentiria cair.
Deu-me o espelho que eu precisava e atou-me uma corda à cintura, das que nunca se rompem.
Fechou o livro da vida, cortou-me as linhas das mãos com as suas, para que sempre a surpreendesse.

Serias um som de piano todas as noites.

Mas eu não deixo.

30-01-04
:: A. RITA 12:21 AM [+] ::
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Comments:

Enquanto todos intoxicamos a ver alguém a dançar na televisão, há quem pense na sala de fumo.
Há milhões de gigarros que nos vão fumando e fumando até sermos só cinza no cinzeiro ou no chão duma tasca qualquer.
Uma viola vai cantando a banda sonora da chuva.
- Tenho que ir comprar uma carteira.
como se tivesse medo de apagar o que ainda está por acender.
Assim como a luz, se tocas no interruptor, já não podes esquecer que o ambiente aqueceu.

Eu não posso ser isto, mas não sei o que seja...
E de alguma maneira tento compensá-la por não ser aquilo que ela desejaria que eu fosse.

29-01-04


:: A. RITA 12:08 AM [+] ::
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