|
|
Comments:
:: Sábado, Novembro 22, 2003 ::
> Ás vezes tudo é tão vazio de significado, que o lápis vai queimando, linha a linha, insconscientemente aquilo que pensamos que queremos dizer... quando o pendulo do que não sentimos se abate sobre nós...
:: A. RITA 8:20 PM [+] ::
...
Comments:
Eu também... quando tenho medo...
Medo de não conseguir ser melhor e sinto que devia fazê-lo...
:: A. RITA 8:18 PM [+] ::
...
Comments:
:: Segunda-feira, Novembro 17, 2003 ::
- E mesmo quando percebemos que não aprendemos nada, q tudo foi ilusão, continuamos a embaciar espelhos. E não é involuntário - não - inconscientemente sabemos e provocamos o q nos reforça o carácter. (mas nem todos somos assim)
- hn... somos pois
:: A. RITA 11:38 PM [+] ::
...
Comments:
Crítica aos Cultistas e aos Conceptistas
(...) quando vejo um poema destes, que se serve de expressões que nada significam, ou que compõem de sorte o que não entendem, assento que não quis ser entendido, e, em tal caso, procuro fazer-lhe a vontade, e não o leio. (...)
A razão destes inconvenientes é porque se persuadem comummente que, para ser poeta, basta saber a medida de quatro versos e saber engenhar conceitos esquisitos. Quem se funda nisto não pode saber nada: são necessárias muitas outras notícias. É necessário doutrina e entender bem as matérias que se tratam; é necessária a Filosofia, e saber conhecer bem as acções dos homens, as suas paixões, o seu carácter, para as saber imitar, excitar e adormecer. (...) Quem não tem estes fundamentos é versejador, mas não poeta; e necessariamente há-de dizer muita parvoíce.
Luís António Verney, Verdadeiro Método de Estudar
:: A. RITA 10:42 PM [+] ::
...
Comments:
Sonho com o teu cabelo, e com as minhas mãos entrelaçadas nele. Desenho-o quase perfeito e pinto-lhe um beijo cadente, carente.
Vejo-te sorrir debaixo desse cabelo. Tapo-te a boca, primeiro devagar, a seguir com mais força.
Aperto-te o nariz e tu não resistes sequer.
Deixo-nos ficar assim, até que o teu braço escorrega, mole, pelo meu.
Já te posso deixar respirar, mas agora já não queres, e ficas para sempre a olhar para mim de olhos fechados.
13-11-03
:: A. RITA 10:42 PM [+] ::
...
Comments:
Sempre que o sol se põe tenho que olhar.
Tenho que olhar e pensar em alguma coisa que me faça lembrar o sol, o pôr-do-sol, o que resta dos feixes de luz.
Mas esta tarde não me lembro de nada, fico a olhar, vazia, para o cor-de-laranja forçado, a inspirar o fumo do café, a ver-me quase transparente no vidro. Olho para os meus olhos, reconheço-me.
Dou-me um sorriso e deixo partir o pôr-do-sol.
13-11-03
:: A. RITA 10:39 PM [+] ::
...
Comments:
:: Quinta-feira, Novembro 13, 2003 ::
- mas porque é que decidiste assim?
- porque tem mais a ver comigo, sei lá, está mais parecido ao que acho ser eu...
- ah então já te encontraste!
- não, só estou a aprender a procurar...
:: A. RITA 10:16 AM [+] ::
...
Comments:
E sempre, á espera de estar enroscada nas tuas mãos de algodão, recordo mil e uma luas incadescentes que espero sonhem comigo... Desdobro sóis e luas sóis e luas sóis e luas.... Procuro-me pra não me encontrar... Porque NÃO quero e não posso... Porque tu não estás comigo e eu finjo que estás... Puro egoísmo ou medo de mais solidão. Por querer ter a que me agarrar mesmo quando só quero fugir.
Porque estás, e quando não estiveres vou buscar-te, pra te colar a mais um dia 13 que já está a passar, como tantos outros que passam e somem, sem que sequer demos por eles...
*um beijinho 
:: A. RITA 10:13 AM [+] ::
...
|